Autor:

|Ronan Dannenberg|

Jornalista, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Roupa preta, sorvete, Rock'n'Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor.


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Loucos

A sucursal da Zero Hora/RBS TV em Livramento é ponto para aparecimento de loucos.

O mais engraçado deles entrou, se dirigiu à Laura (vendedora assistente que faz as vezes de secretária) e veio com o seguinte papo:

- Como é que eu resolvo o problema da minha TV?

- Hein? Como assim, senhor?

- Eu comprei uma TV e ela tá com inteferência. Afeta até os meus pulmões e, dessa forma, vou ter restrições na previdência.

- Como?

- É. É uma LG. E dá problema pq eu me chamo Luis Gustavo. Tem algo nuclear que precisa ser resolvido para não dar problema pro meu pai.

No meu cantinho, eu ria.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h49
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A escuridão no elevador

Foi ontem mesmo que...

Ops! Antes de mais nada, vou situar aqueles que ainda não sabem da novidade nem tão novidade assim. Estou em Santana do Livramento, trabalhando com correspondente da Zero Hora na Fronteira Oeste e Campanha. Saí da banda Blue Drift para poder trabalhar aqui. Ah, e sou pai. Leo Dannenberg tem quase dois meses de muita saúde. Um lindo guri. : )

Bem... Foi ontem mesmo que eu voltava para casa depois de mais um dia de trabalho que vi aquela loirinha caminhando de cabeça baixa, com pressa, do outro lado da Avenida João Goulart. Para minha surpresa, ela cruzou a rua e se dirigiu ao Residencial Santa Helena, minha moradia.

Caminhando na minha frente, ela entrou rapidamente no elevador de serviço. Era o que já estava no térreo e a pressa dela não a deixaria esperar o elevador social. Eu estava logo atrás dela e, pelo menos, sua gentileza venceu a agonia de querer chegar em casa. Entrei e o número 4 já estava pressionado - é, ela mora no mesmo andar.

Foi porta fechar e... o breu. Total. Uma escuridão no elevador. Somente o número 4 brilhava.

- Ai, que escuridão - Disse ela.

- Pois é.

Foram quatro andares bastante longos. A loirinha com medo e eu esperando o número 4 piscar.

Quando ele piscou...

- Tu já abriu a porta? Onde tu tá? Não vou bater em ti? Que eu faço?

- Calma - disse eu exatamente no momento em que acendi a luz do corredor.

Ela me deu tchau e correu para o 401.

É o que dá pegar o de serviço.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h36
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I'm back!!!

Pô... o último post foi em agosto do ano passado... Sinal de que o tempo passa voando.

Estou de volta. Em breve, com novos textículos.

Dã.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h19
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Momentos

Um sorriso emocionado.

Essa é a reação que eu tive, pelo menos, ao rever esta cena de 1996. Na foto acima, o Van Halen. Na ocasião era o Video Music Awards da MTV. E era o momento em que o Van Halen juntava sua formação original após dez anos de separação.

Escrever sobre é algo emocionante. Pois o quarteto entrou no palco para anunciar a premiação de uma determinada categoria (se alguém lembrar, por favor, comente). Ficaram no palco ao som de Running with the Devil. Eis que o vocalista Dave Lee Roth pega o microfone e diz que aquele momento era grandioso, pois a banda estava no mesmo palco novamente - mesmo que não fosse para tocar. Dave, ainda, dá um abraço no tímido Eddie Van Halen, com o envolcro de aplausos intermináveis que tomaram conta do VMA.

Esse é o Rock. Incrível como esse gênero é capaz de coisas incríveis. Musicalmente ou não.

BLUE DRIFT - Falando em Rock, hoje tem show da minha banda, a Blue Drift. Será em Canoas, no Estúdio Rock Bar! Compareçam!



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h50
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Calma, calma...

Sim, este nobre cavalheiro sabe que deixou esse humilde blog infestado de teias e poeira.

Mas o pedido de perdão já fica aqui para os amigos que cansaram de passar neste blog e ficaram putos em não encontrar mais nada.

Entretanto, volto aqui para deixar os próximos shows da minha nova banda, a Blue Drift! Sim, estou nos vocais desse grupo de Hard Rock, que toca desde Bon Jovi e Skid Row, passando por Poison, Mötley Crüe e Whitesnake. É massa!

No dia 24/08, tocaremos no Pop Cult, em Novo Hamburgo. Dia 31/08, o show será no Estúdio Rock Bar, em Canoas. Já no dia 14/09, voltaremos a Novo Hamburgo, dessa vez para nos apresentarmos ao lado da Baby Doll. Compareçam!

Abaixo segue a foto capa de disco de bailão da banda : )



- Postado por: Ronan Dannenberg às 01h55
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Observações felinas

1. Bruce de um lado da sala. Rossana de outro. Olhares fixos um ao outro. Movimentos leves, delicados. Até que Rossana dá o bote. Ataca Bruce. Ficam rolando no chão, engalfinhando-se. Até que se separam e ficam trocando tapas na cara. Voltam a ficar distantes, segundos depois. E ambos dão o bote. Ambos pulam. Ambos se agarram no ar. Rossana cai de paleta no chão. Ai...

2. Bruce mia. Mia mais. Continua miando. Faço carinho. Dou colo. Ele mia. Dou comida. Ele mia. Que merda! Ele vai até a cozinha. E mia. "Que acontece, gato?". Ele não responde. Dá um tempo e se destina à caixinha de areia. Está suja. Troco a areia. Ele caga e para de miar.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 23h00
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Novo É Golo!

Galera,

A partir de hoje a seção É Golo! do Letter Paper 4.0 virou um blog no portal ZipTop (antigo Sinos.Net). Serão comentários diários neste link.

Acessem, comentem, debatam. Vai ser legal ver a palavra de vocês em mais este veículo.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 13h09
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Carta de uma mãe

Perdi o meu único filho.

Ninguém, a não ser outra mãe que tenha passado por semelhante tragédia, pode ter experimentado dor maior.

Mesmo sem ter sido dada qualquer publicidade à missa que oferecemos à alma de meu filho Luís Fernando Soares Zacchini, mais de cem pessoas compareceram. Em todos os olhos havia lágrimas. Lágrimas sinceras de dor, de saudade, de empatia. Meus olhos refletiam todos os prantos derramados por ele, por mim, por seu filhinho, por sua esposa, por todos parentes e amigos e por todos os sacrificados na catástrofe do Aeroporto de Congonhas.

Há muito eu sabia que mais desastres aéreos iriam acontecer. Sabia que todos neste país voam sem segurança.  Que atualmente no Brasil a voracidade de vender bilhetes aéreos supera o respeito à vida humana. Que a culpa é lançada sobre um número insuficiente de mal remunerados operadores aéreos ou sobre as condições das turbinas dos aviões. Que o Governo é responsável pelo desmonte de uma das mais respeitáveis empresas aéreas do mundo e a mais confiável companhia aérea brasileira, a VARIG. Com isto foi beneficiada a TAM que, desde então passou a ser a maior provedora de bilhetes aéreos pagos pelo Governo. Que a opinião pública é desviada para os supostos erros de bodes expiatórios para que os ambíguos incompetentes que nos governam continuem a agir impunemente. Que nossos aeroportos não têm condições de atender à crescente demanda de vôos mais caro do que em qualquer outro lugar do mundo. Que nenhuma explicação é dada aos usuários. À falta de respeito ao cidadão por parte de nossos governantes se junta o escárnio e a cruel vulgaridade de uma ministra recomendando que os viajantes prejudicados relaxem e gozem, confundindo escabrosos assuntos de alcova com a reta postura exigida na vida pública. Que assessores do presidente deste país substituam a responsabilidade e o compromisso com a segurança de nosso povo por gestos pornográficos, mais apropriados a bordéis do que a gabinetes presidenciais. Que, ao invés de se arrependerem por uma conduta chula, incompatível com a dignidade de um povo doce e gentil como o brasileiro, ainda alardeiam indignação, único sentimento ao alcance dos indignos. Que os que deveriam comandar a responsabilidade pelo tráfego aéreo no Brasil, nada fazem exceto politicagem barata. Aceitam as vantagens de um cargo sem sequer diferenciarem uma caixa preta de sucata. Oneraram e humilharam o país ao levar o material errado a Washington. São essas as autoridade honradas com  condecorações conferidas pelo Governo em nome do povo brasileiro, no exato momento do auge de sofrimento de toda uma nação que chora pelos filhos desaparecidos.

Tudo isto eu sabia. A mim, bastava-me minha dor, bastava meu pranto, bastava o sofrimento dos que me amam, dos que amaram meu filho. Nenhum choro ou lamento iria aumentar ou minorar tanta tristeza. Dores iguais ou maiores que a minha, de outras mães, dos pais, filhos e amigos dos mortos necessitam de consolo. A solidariedade e amor ao próximo obrigam-nos a esquecer a própria dor.

Não pensei, contudo, que teria de passar por mais um insulto: ter de ouvir a falsidade de um presidente, sob a forma de ensaiadas e demagógicas palavras de conforto. Um texto certamente encomendado a um hábil redator, dirigidas mais à opinião pública do que a nossos corações, ao nosso luto, às nossas vítimas. Palavras que soaram tão falsas quanto à forçada e patética tentativa de simular uma lágrima. Não, francamente eu não merecia ter de me submeter a mais essa provação nem necessitava presenciar a estúpida cena querendo sofismar sofrimento.

Senhor Presidente, há dias vejo o mundo através de lágrimas amargas mas verdadeiras, confundidas com as lágrimas sinceras e puras de todos os corações amigos. Há dias sei o que é o verdadeiro amor. O amor humano, o Amor Divino. O amor é inefável, o amor é um sentimento despojado de interesse, não recorre a histriônicas atitudes políticas.

Não jorra das bocas, flui do coração !

Adi Maria Vasconcellos Soares

Porto Alegre, 21 de julho de 2007.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h59
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Relaxa, top top top, e goza. É ouro!

Me permito reproduzir aqui a coluna de Juca Kfouri, jornalista o qual admiro muito, publicada ontem na Folha de São Paulo.

Impressiona como o país cada vez mais se acostuma a fingir e a viver, e a morrer, das próprias mentiras

PEGUE-SE QUALQUER exemplo, mas fiquemos com os mais recentes.

No esporte, para começar.

O milésimo de Romário é um bom caso.

O Pan-2007, outro.

Ora, todos sabemos que o Baixinho, fabuloso, maior jogador que uma grande área já viu, criou um objetivo para ele mesmo e todos entraram na festa. Viva!

Mentira inofensiva. Mas mentira. Mentirinha, digamos.

Com o Pan é mais grave, pelo uso do dinheiro público sem a menor cerimônia, um dinheiro que os passageiros que cruzam o país pelos ares agradeceriam se o vissem mais bem gasto.

E aí a falsidade é grave, porque mata.

Em torno do Pan, a omissão é medalha de diamantes.

Thiago Pereira, que é um nadador digno de todo respeito e não tem a menor culpa do que se omite, é tratado como quem superou Mark Spitz.

E, friamente, é verdade.

Mas meia verdade, muitas vezes pior que a mentira pura, por mais difícil de ser desmascarada.

Ora, Spitz, ao ganhar cinco ouros no Pan de Winnipeg, em 1967, simplesmente bateu três recordes mundiais, como bateu outros sete ao ganhar mais sete medalhas de ouro em Munique, nos Jogos Olímpicos de 1972.

Compará-lo a Pereira não honra nenhum dos dois.

Fiquemos por aqui, para falar do que é mais chocante, porque sempre com a cumplicidade da mídia.

A tragédia da TAM, que obscureceu o Pan, é rica em ensinamentos.

Começou não é de hoje, com o escândalo do Sivam, no governo anterior, e continuou impávida e colossal de lá para cá.

Uma frase debochada e ultrajante da ministra do Turismo, um gesto raivoso e moralmente pornográfico do assessor presidencial, um pronunciamento vazio e perplexo do presidente que nunca havia visto uma sucessão de acontecimentos tão caóticos nos aeroportos nacionais e pronto!

Tudo continua como antes, a não ser, é claro, para quem morreu e para quem ficou por aqui, na saudade.

Ora, nem Romário é um artilheiro comparável a Pelé nem Pereira é o novo Spitz nem este governo é mais ou menos culpado que o anterior.

Somos todos responsáveis, ou quase todos, que continuamos a voar como voamos, a votar como votamos, a festejar como festejamos e a reclamar mais dos que são rigorosos do que daqueles que são complacentes.

Dar ao Pan-2007 sua verdadeira dimensão é, para muitos, sintoma ou de bairrismo ou de mau humor.

E a crise aérea vira exploração política.

Mas o que se vê na TV no Pan, e o que se viu e ainda se verá na TV sobre o avião da TAM, é de dar vergonha de como se faz jornalismo/sensacionalismo no Brasil.

O ufanismo sem limites e a demagogia sentimentalóide não nos levarão a lugar algum, a não ser neste em que estamos, do caos, da falta de perspectiva e da acomodação cúmplice e criminosa.

Os resultados superdimensionados do Pan-2007 inevitavelmente se transformarão em frustração quando Pequim chegar, no ano que vem.

Ou alguém acredita mesmo que o Brasil superou o Canadá, que é mais saudável e pratica mais esporte que o país norte-americano?

Brasileiro com muito orgulho?

Quadro de medalhas: 200 mortos.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h26
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Concorrência faz bem : )

Notícia publicada no site Coletiva.net

RBS terá helicóptero exclusivo para Jornalismo

Começa a operar na próxima segunda-feira, 23, o RBSCop, um helicóptero projetado especialmente para o uso jornalístico da RBS TV. Além de auxiliar nas coberturas diárias, o helicóptero agilizará a busca de notícias e tornará a prestação de serviço ao público mais eficiente. Equipado com quatro câmeras que proporcionam a captura de imagens amplas e de alta qualidade, o RBSCop terá participação regular nos três telejornais diários da emissora – Bom Dia Rio Grande, Jornal do Almoço e RBS Notícias.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 12h08
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Feliz Dia do Amigo!

Em épocas bicudas, é sempre importante ter e lembrar de vocês nesses momentos!

Abraços e beijos!



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h48
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O pior sempre está por vir

A introdução em tom de editorial do Jornal da Globo de agora a pouco diz tudo:

"Em época de crise aérea, parecia que o pior estava por acontecer. E aconteceu."



- Postado por: Ronan Dannenberg às 00h20
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Memória automática

Tudo bem que minha memória recente não anda lá essas coisas. Mas a outra parece intacta. E automaticamente funcional.

Estive mais uma vez na casa dos meus pais no final de semana passado, uma passada rápida entre a noite de sábado e a manhã de domingo. Entretanto, foi um período suficiente para se dar conta de antigos hábitos, que acabam acontecendo naturalmente.

É o caso do modo que eu me sentava na poltrona do meu pai. Todo torto, com uma das pernas sobre o braço esquerdo da poltrona. Para mim sempre foi o maneira mais confortável. Sentei nela novamente neste final de semana. E o modo que eu sentei foi automático. Depois que me dei conta do que eu estava fazendo.

Outro exemplo está na porta do banheiro. Quando eu morava lá, havia um problema na fechadura, que não chaveava. Para trancar a porta, eu puxava a gaveta da pia do banheiro mais próxima da porta, o que a trancaria. Hoje, a fechadura está funcionando perfeitamente. Mas, não adianta: automaticamente eu puxo a gaveta, mesmo com o chaveamento podendo ser acionado.

Memórias, simples memórias automáticas.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h50
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Fazia tempo...

Uma narração que eu estava com saudades de ouvir e que foi executada três vezes no jogo Brasil 3 x 0 Honduras, pelo Pan:

- Éééééééééééééé... mais um gol brasileiro, meu povo! Encha o peito, solte o grito da garganta e confira comigo no replay! Foi foi foi foi foi foi ele... Lulinha! O craque da camisa número 10!

Silvio Luiz é o cara!



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h24
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Falem do Dunga, falem!

Eu falo: o Brasil foi um exemplo de organização tática e dedicação. Acho que nem é tanto a verde-amarela que pesa nessas horas. É a alvi-azul adversária que motiva os jogasdores tupiniquins, sejam eles do time B ou não.

Foi bonito de ver.

Agora, espero que Dunga não esteja crendo que este esquema seja o melhor para conduzir a seleção ao hexa. Foi um esquema providencial, emergencial. E que deu certo. Ainda tem Kaká, Ronaldinho e outros...

De qualquer forma, parabéns ao Dunga. Falem dele... falem...



- Postado por: Ronan Dannenberg às 22h53
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