Autor:

|Ronan Dannenberg|

Jornalista, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Roupa preta, sorvete, Rock'n'Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor.


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A nova camisa

E aí? Aprovam?

Confesso que os dourados não me agradaram. Mas... tá beeeeem melhor do que a atual.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 23h29
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Inacreditável

Isso é o legal do futebol. Um time que vinha despencando, caindo, críticas... enfim. E eis que um verdadeiro massacre fez com que o Grêmio conquistasse mais uma façanha. Um 4 x 0 astuto diante do Caxias, que ficou destroçado.

Ainda lembrando a Zero Hora, como fiz no post abaixo, relembrou façanhas do tricolor ao longo de sua história, principalmente em jogos mais recentes. A Batalha dos Aflitos, o 4 x 4 contra o Fluminense no ano passado, o 2 x 0 diante da Portuguesa na final do Brasileiro de 1996, a final da Copa do Brasil de 2001, com vitória do Grêmio por 3 x 1 diante do Corinthians em São Paulo (sendo que acho muito mais válido o empate da primeira partida no Olímpico, 2 x 2, como exemplo de superação), enfim. O jogo de agora a pouco pode entrar, agora, nesse rol.


Agora, o que a tal da vontade e da inteligência faz no futebol hein? Tcheco e Lucas, antes pífios, estiveram soberbos. O fim do 4-5-1 (que ele não volte contra o Cerro!) mostrou que o Grêmio tem um grupo interessante, que pode não ser soberbo, mas que de longe é deficiente. Xô crise. Agora basta uma vitória contra o Cerro Porteño, classificar-se para a segunda fase da Libertadores e, enfim, colocar os reforços no time para, quem sabe, almejar algo que a pouco parecia muito distante.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 21h52
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Bons textos merecem ser elogiados

A matéria sobre o jogo Inter x Nacional feita por David Coimbra e publicada na Zero Hora de hoje deveria servir de exemplo para muitos jornalistas - principalmente os esportivos - para que saibam o que falta na redação de um diário. Não sou fã de Coimbra, mas é inegável a qualidade nas palavras, na condução. Se querem saber o que é uma Copa Libertadores da América, leiam a matéria. Emocionante. Real.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h17
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Pra casar

Juliana Knust

Aqui já aproveito para explicar a seção. Não se trata de mulheres que seriam perfeitas "pra casar", literalmente. Aqui avalio tão somente o físico, a beleza, a beldade, usando de uma expressão masculina (ah, essa é pra casar). Não me importa inteligência, cultura, o que faz da vida. Necas. Vale a beldade. Obviamente que aqui serão postadas mulheres que terão mais do que belos atributos físicos, que são (aí sim) seres que beiram à perfeição. Ah, e não ficarei somente em gente considerada famosa. Aguardem. Toda sexta, uma beldade.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 01h03
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Previsível

Era claro que a eliminação colorada era previsível. Mas podíamos dizr que ela se consumava já na primeira partida do Inter na Libertadores, diante do mesmo Nacional. Naquele 3 a 1 uruguaio, já se via o que seria o começo de semestre do Inter. Foi assim no Gauchão e, então, na Libertadores. Como diz Hiltor Mombach, trovoadas na Padre Cacique.

Hehe... e o Grêmio que não se iluda também...



- Postado por: Ronan Dannenberg às 20h49
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19 de abril

Dia do Índio. Quem sabe isso dê sorte?



- Postado por: Ronan Dannenberg às 00h34
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Linhas novas

Marcelo Nova, eterno líder do Camisa de Vênus, soltou algumas linhas sobre os críticos de música:

1. "Eles não sabem nada."

2. "Eu sei muito mais do que eles sobre Rock'n'Roll e não preciso comprar a enciclopédia do Rock."

3. "Aquelas garotas que ficavam rodeando os críticos quando eles eram músicos, antes de tornarem-se jornalistas, eu já tinha comido todas muito antes."



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h48
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Steel Dragon

"Follow your dreams, because we all die young."



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h13
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O placar da imprensa nacional

A Unisinos promoveu ontem uma aula magna de comunicação, com o tema "Estratégias de Comunicação no Esporte". Estiveram presentes o editor da revista Placar, Sérgio Xavier Filho, o diretor de Marketing do Internacional, Alessandro Souza, e o fotógrafo Edison Vara. O evento foi deveras interessante, apesar de trazer algumas obviedades. Para fins extremamente jornalísticos, a parte que coube a Xavier fazer suas explanações foi curiosa e importante para quem trabalha ou espera chegar a ser um profissional do jornalismo esportivo.

Entre tantas citações, o editor da Placar fez um relato sobre as fases da revista, cuja nem sempre deu bons lucros à Editora Abril. Muito curioso no país do futebol uma revista única, sem concorrentes, sobre o assunto não ter lucro. "Não temos concorrentes, mas o acesso à informação esportiva, principalmente sobre futebol, hoje é muito fácil e de forma gratuita", frisou Xavier.

Quando a revista foi lançada em 1970, foi o primeiro veículo a publicar o futebol de forma ampla, buscando informações que nem todos tinham acesso naquela época. "As informações sobre a modalidade eram muito regionalizadas. Aqui no Rio Grande do Sul, as pessoas não tinham informações sobre Palmeiras, Flamengo, muito menos de times do exterior. Nós buscamos isso e estampamos tudo colorido, em uma época onde tudo era preto e branco", salientou o editor.

Nesta época, a Placar vendia cerca de 150 mil exemplares - quando o Brasil foi tricampeão mundial, a tiragem ultrapassou 220 mil exemplares.

No entanto, a veiculação de informações sobre o futebol foi se disseminando de forma acelerada, o que tornava a revista pouco competitiva. E os prejuízos começaram. O veículo era semanal, passou a ser mensal, voltou a ser semanal, e hoje novamente é mensal. De uma redação de cerca de 100 profissionais, hoje trabalham cerca de dez. Não mais do que 40 mil exemplares são impressos.

O enxugamento de recursos humanos e um planejamento estratégico que definiu os novos rumos da revista deram resultado. São cinco anos sem prejuízo algum (lucro, por vezes). Uma abordagem diferenciada e um material de qualidade.

Mesmo com todas as medidas feitas para que a Placar completasse 37 anos, chega a beirar o absurdo o quanto uma revista que está ligada diretamente a maior paixão do brasileiro não ter sucesso. Se ela ainda fosse ruim, deficiente. Mas pelo contrário. "Infelizmente há coisas que gostaríamos de fazer e nem sempre podemos, pois somos uma empresa que temos um produto que necessita gerar lucro. Se fôssemos uma ONG, tudo seria diferente", apontou Xavier. É a realidade.

P.S.: Sobre a capa acima, há uma boa história para contar. Em breve.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 14h33
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O tal do momento no futebol

Dentro das quatro linhas, a palavra "momento" é determinante. E o momento do Grêmio não é bom.

Diante do Cúcuta, o Grêmio apresentou mais do que falta de futebol. O time foi covarde, displicente, sem garra nem vontade. Aquilo irrita, pois não se pode perder para um time tão ruim com o Cúcuta é daquele jeito. Se pode até perder, mas não daquele jeito. Porém, diante do Caxias, as coisas foram diferentes. Não faltou garra nem persistência. Displicência passou longe do gramado do Estádio Centenário. Faltou, sim, futebol.

O momento do Grêmio não é bom por alguns fatores intrínsecos. Um deles é a queda absurda no rendimento de Tcheco e Lucas. Contra o Tolima, no Olímpico, foi extremamente perceptível o quanto Tcheco é necessário. Nos dois únicos passes que ele acertou durante a partida, ele colocou jogadores com chances claras de fazer um gol. Já Lucas, com diz meu amigo Filipe Limas, passou a ser um jogador comum e, ns últimas partidas, nem isso. Lucas, o craque do time, tem jogado pior que o Patrício!

Além disso, a insistência de Mano Menezes em um esquema tático que não chega a ser um fracasso pelo esquema em si, mas por não ter um jogador que tinha uma função essencial para que o 4-5-1 funcionasse: Hugo. Ah, como ele faz falta. E não creio que Kelly seja a solução para isso, pois ele não faz a mesma coisa que o Hugo faz, pegar a bola no campo defensivo, partir para o ataque, fazer uma ligação sem ter uma posição propriamente dita. Kelly será o que Carlos Eduardo é, com mais experiência e, espero, mais técnica.

É necessário ter esperança.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 02h34
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