Autor:

|Ronan Dannenberg|

Jornalista, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Roupa preta, sorvete, Rock'n'Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor.


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Qual o melhor aracnídeo?

Eles assistiram os três filmes e deram suas opiniões sobre qual o melhor filme da série Homem-Aranha. Segue:

Homem-Aranha (2002)


"Peter Parker é um adolescente comum, inteligente e tímido. Muda sua vida quando é picado por uma aranha geneticamente modificada e adquire poderes semelhantes aos de um aracnídeo. A história todo mundo conhece, foi sucesso nos quadrinhos e desenhos animados. O primeiro filme da série se torna especial por ser um exemplo, muito bem feito, de como levar para o cinema um personagem sem caracterizá-lo demais. Atores bem escolhidos, direção de arte muito bem feita e efeitos especiais usados para criar a magia do imaginário e não para encher a tela de explosões e lutas mirabolantes. O slogan do filme já dizia: 'com grande poder vem grande responsabilidade'. Que em outras palavras poderia dizer: 'com grandes fãs vem a grande responsabilidade'." (Krika Martinez, jornalista)

Homem-Aranha 2 (2004)


"Na minha modesta opinião de fã, gostei mais do segundo filme. O primeiro é claro foi épico, um marco na história do aracnídeo, mas confesso que simpatizei mais com a história do Dr. Octopus e a perda dos poderes. São coisas que realmente aconteceram nos quadrinhos. É claro que quase tudo saiu de lá, mas dessa vez foi de forma mais natural e fiel às páginas coloridas. A crise com a Mary Jane, a negação ao super ego, a tentativa de ser um cara normal, mesmo tendo poderes incríveis. Tudo isso me fez gostar mais do filme. Ah! E como não poderia deixar de citar, a luta contra o Octopus na torre foi genial! Lançar um ponteiro gigante contra o inimigo,.. crúúúú!!! Eu queria fazer isso! Mas se tu tá rateando em casa e ainda não viu o terceiro filme, com o Homem Areia e Venom, tá perdendo cara... mas tá perdendo mesmo..." (Robson Nunes, jornalista)

Homem-Aranha 3 (2007)


"Sem dúvida, Homem-Aranha se mostrou mais humano do que nunca na terceira aparição, onde Mary Jane ainda espera por um anel de casamento. Um Peter Parker humano, com qualidades de herói, ego inflado, que esquece de meia dúzia a sua volta por causa de um reconhecimento. Que aboliu sua vida pessoal em nome da fama, em nome do grand finale onde é aplaudido. E que tem inúmeros defeitos, mesmo com sua máquina em mãos. Que passa por cima do colega na redação e luta por um emprego que pague a ele sua perversidade de uniforme negro. Ele quer ser a notícia e magoa as pessoas ao seu redor quase sem querer. Até os amigos perdem na jogada, esquecidos em nome do herói. O super herói. Peter sai voando, engatando teias ao menor sinal de perigo. E quando se percebe sozinho, mal entende que o único a lhe dar atenção é o próprio espelho. Um cara bacana, ora tímido, ora dançarino de um funk psicodélico. Peter pode ter enfrentado diversas criaturas, como o Homem Areia. Mas tocou metade do cinema e esta que vos fala, que ao final do filme chorou como criança, por um único motivo: herói ou não, Peter é um típico jornalista. Ainda bem que sobraram amigos pra lhe trazer de volta à Terra. Ou não. Mas pelo menos em algum momento, ele lembrou de que nada mais é que um ser humano. Eu recomendo". (Cris Weber, radialista)



- Postado por: Ronan Dannenberg às 01h33
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Nairícia Caberlon

Pq ela é pra casar? Além de linda, a Nai deveria ter uma edição especial somente para colocar suas qualidades. O "queridismo" está entre suas principais virtudes. Outro ponto notável é sua gargalhada. "Minha risada não é discreta. Sou tagarela, gritalhona, espalhafatosa e se tenho algum problema procuro resolver na mesma hora", diz a moça de 23 anos, 1,74m e 55kg. Suas qualidades causaram frisson durante oito semestres cursando Jornalismo na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Inteligente, amiga, decidida, iluminada... Se aqui não cabe tudo o que ela é, eu resumo: é a Nai.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 15h09
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Que jornalismo é esse?

O diário Lance! publicou em sua edição de ontem a seguinte coluna, escrita pelo jornalista Pedro Henrique Bueno de Toledo, que se diz torcedor do São Paulo. O texto foi usado no vestiário pelo técnico Mano Menezes antes da partida contra a equipe paulista. E foi bem usado. Segue:

"Caros tricolores, tricampeões mundiais, Porto Alegre está cada vez mais bela, loira, de olhos azuis. Apesar de que, para ficar comigo hoje, só se estiver com lente de contato vermelha. Nada de azul.

Dizem que o jogo será difícil. Mas que time é esse, amigos?

Saja: É argentino ou bósnio? Vou tirar muito "sajo" da tal avalanche...

Patrício: Tão ridículo quanto se nosso atacante chamasse Aloísia! Patrícia é nome de mulher, não?

Teco: Vai jogar o Tico também?

William: Não conheço um bom...

Lúcio: Hahahahahahahahahahahahah!!!

Edmílson: É do Barcelona?

Sandro Goiano: Goiano, para mim, só cantores sertanejos e olhe lá...

Diego Souza: Conheço dois bons meias: Diego e Souza. Diego Souza não da, ou um ou outro.

Tcheco: Ainda se fosse italiano... E aprenda uma coisa rapaz! O São Paulo só falsificaria uma assinatura sua num contrato que garantisse que você nunca jogaria aqui. Jogadorzinho pipoqueiro...

Carlos Eduardo: Ainda usa fraldas.

Tuta: Tata, tete, titi, toto e tutu.

Amoroso: Vem traíra, vem!

Mano: Mano, para mim, só meu amigo Tião Fiel. E sofredor, coitado.

Vamos atropelar! A arrancada para o tetra começa hoje. Adeus gauchada. Podem ver pela televisão."

E se diz jornalista. Não sei até que ponto a ética da profissão permite isso, mas é brabo um jornalista escrever isso. Mano Menezes, que não deve entender bulhufas de comunicação social, foi sábio ao dizer que "acho que nem se pode considerar jornalista um cara que escreve isso".  Professor Ruy Carlos Ostermann foi ainda mais direto sobre essa coluna (e faço das palavras deles as minhas): "É um texto ruim e sem graça nenhuma." Absurdo.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 19h17
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Das características de uma Libertadores

São poucos os times que sabem realmente do que se trata uma Libertadores. Entre todas as manhas, os macetes, as características que cercam a competição, existe a congruência de que a copa é uma guerra. São batalhas travadas em campo. E fora dele, também. A Libertadores tem uma aura única, que sinceramente eu não consigo ver melhor representado do que a taça erguida por De León em 1983. Essa é uma imagem Libertadores. A melhor delas.


Quando falo de batalhas fora de campo, quero incitar o que o presidente do Flamengo, Kléber Leite, colocou ao final da partida de ontem, quando o Flamengo perdeu para o Defensor, di Uruguai, próximo adversário do Grêmio. "Acredito que estão fazendo de tudo para o Boca (Juniors) ser campeão e o Grêmio, assim como o Santos devem tomar cuidado", disse o dirigente carioca. Ele acredita que a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) esteja armando um complô para que argentinos sejam campeões da competição. Leiam mais aqui, na notícia publicada no site Final Sports.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h43
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Clube da Luta (1999)

1. Você não fala sobre Clube da Luta.
2. Você não fala sobre Clube da Luta.
3. Quando alguém disser "pare" ou perder os sentidos, a luta acaba.
4. Só dois caras em cada luta.
5. Uma luta de cada vez.
6. Sem camisa, sem sapatos.
7. As lutas duram o tempo que for necessário.
8. Se essa é a sua primeira noite no Clube da Luta, você tem que lutar.

Diretor: David Fincher
Elenco: Brad Pitt (Tyler Durden), Edward Norton (Jack) e Helena Bohham Carter (Marla Singer)
Duração: 139min
Origem: Alemanha/Estados Unidos
Gênero: Ação/Drama

Em cartaz: Motoqueiros Selvagens.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 03h21
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Não era um Caxias ou um Juventude. Muito menos um Cerro Porteño. Era o São Paulo. Todo-poderoso sim, senhor. De ataque forte, de artistas, de Rogério Ceni, de títulos e conquistas indiscutíveis. Um cano de time.

E foi esse timaço (sim, timaço) que o Grêmio bateu. Um jogo de Libertadores. Com raça, com ímpeto, com coração. Mais do que uma partida. Uma aura. Um placar buscado no suor. E diante de um baita time.

O São Paulo tem dois defeitos: de não ter uma contenção (Mineiro faz falta) e de Muricy executar alguns erros, como colocar o time com 3-5-2, aumentando ainda mais o buraco no meio-campo. Contudo, ele tem grandes jogadores. A pressão no ínicio do segundo tempo mostra isso.

Um jogão. Uma vitória astuta, grandiosa. Algo que infla o ânimo gremista. Foi o Grêmio copeiro. Do Grêmio imortal. Que agora pode, pq não, visar o título máximo da competição que é a cara do Grêmio.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 00h52
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Eu me chamo Ronan, porra!

Prometi há eras postar aqui sobre meu nome. Existe uma história.

Eu era para ter nascido no dia 25 de dezembro e ter um nome que lembrasse a data (Salvador, Natalício, Jesus... sei lá). Era noite do dia 25 de dezembro de 1982, quando estávamos em Taquari e minha mãe começou a entrar em trabalho de parto. Meu pai correu para o hospital eu seu fusca com minha mãe. Chegando lá, não havia médico plantonista. Meu pai deixou a minha mãe no hospital e foi atrás de um médico. Bateu na porta do Dr. Eliseu. Estava bêbado. Mas foi ele mesmo. Reza a lenda que da entrada do hospital até a sala de parto, ele caiu três vezes. Em duas meu pai teve de ajudar a levantar. Devido ao estado do médico, o parto atrasou. Graças! Nasci à 1h15 do dia 26 e escapei de me chamar algo como Deusolino...

Porém, nasci sem nome. No meu terceiro dia de vida, meus pais estavam comigo quando o Jornal Nacional estava encerrando. Nos créditos, apareceu um tal de Ronan não sei das quantas. Meu pai chama-se Régis. Minha mãe, Rosi. Mais num R na família: Ronan.

O nome é lindo. Combinado com o sobrenome, então... Ronan Dannenberg. Nome de vocalista. De ator. De astro. De advogado. De jornalista. De homem.

Mas nada é perfeito. Ronan é um nome simples, mas não comum. E eis que a confusão com essa palavra com duas sílabas faz com que eu (e os Ronan's espalhados pelo mundo) sejam chamados dos mais variados nomes. Eu já fui chamado dos óbvios Renan, Ramón, Renê, Romão, Ronaldo, Rolando e Alan, passando pelos até aceitáveis Abraão, Rovan, Román, Rolan, Rolon, Ramão e Rolnei, até os incrédulos Vanderlei e Marcelo (é...). Quando recebo correspondências, como fax e e-mail, é comum vir Ronã. No telefone, até desisti.

- Quem fala?
- É o Ronan.
- Quem?
- Ronan.
- Ramón?
- Não. Ronan.
- Ok. Renan, é o seguinte...

Entre tantas experiências com o nome, descobri que existe uma forte identidade com o nome. No Orkut, são vários Ronan's. E existem uma série de comunidades. Confira:

Calcinhas Ronan
Amamos um Ronan
Os Ronan's vão dominar o mundo
Ronan's: somos Os Incríveis
Eu amo meu nome Ronan
Me chamo Ronan, e daí?
Eu sou amigo de um Ronan

Eu me chamo Ronan
Ronan

Enfim. Por mais que ele gere algumas complicações, é meu nome. And I love it...



- Postado por: Ronan Dannenberg às 01h05
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Pelos poderes de Grayskull!

Brad Pitt pode ser o próximo "homem mais poderoso do universo". Lembra dele? O herói dos desenhos animados He-Man pode ser feito pelo astro de Hollywood. A Legendary Pictures, grupo responsável pelo filme Superman - O Retorno, tem planos de começar a produzir o longa ainda este ano. "Brad tem que estar neste filme, pois ele tem todas as características que cabem perfeitamente no personagem", disse uma fonte do estúdio ao tablóide The Sun. O astro de 300, Gerard Butler, também está cotado para fazer parte do novo longa. O último filme sobre He-Man foi rodado em 1987 e estrelado por Dolph Lundgren.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 23h32
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Illya Kuryaki and the Valderramas - Leche (1999)

Se a capa diz muito, podes confiar nela. O álbum da dupla argentina Emmanuel Horvilleur e Dante Zalazar explora uma espécie de Porno Hip-Hop, com muito swing, levadas Pop, até Rock. É um disco malicioso, mas divertido. O ritmo é empolgante, o álbum é muito bem produzido (trabalho da Gigoló Produciones - sério!) e as letras são uma putaria só (hehehe). Para identificar o álbum, bastam duas coisas: o Leche da capa não é bem leite... E o refrão de Jennifer del Estero vale o trabalho (Jennifer Lopez / entro a mi casa / abrio la heladera / puso su culo junto a las cerezas / la cual yo comere / la proxima primavera / yo creo en Dios / pero es ella quien cura mis penas). Ah, não esqueçam de vasculhar bem o encarte. Vale a pena.

Track-list

1. Latin Geisha
2. Coolo
3. Apocalipsis Wow!
4. Wacho
5. Lo Que Nos Mata
6. Jennifer Del Estero
7. De Que Me Hablas?
8. Robot
9. Hecho Mierda
10. Guerilla Sexua
11. Joya+Guinda+Fuego
12. Nadie Mas
13. DJ Droga



- Postado por: Ronan Dannenberg às 02h20
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Xena brasileira

A carioca Carollini Honório, que foi a vice-campeã do Big Brother Brasil 7, é a próxima estrela da capa da Playboy. Além do ensaio, deverá chamar a atenção o tema das fotos. A moça encarnará Xena, personagem de seriado inspirado em Hércules. O seriado passa na Record desde 2006.

Espero que o departamento jurídico da Abril seja inteligente o suficiente para ter lido o contrato da vice-campeã. Vai que exista uma clásula que impeça a gata de fazer ensaios tematizando seriados que passam em outras emissoras que não seja a Globo. Sei lá.

Aliás... Sei que parece meio óbvio, mas não ficaria mais legal se ela encarnasse Pocahontas?



- Postado por: Ronan Dannenberg às 11h30
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Seu nome era Enéas

Talvez poderíamos qualificar Enéas Carneiro como uma figura folclórica. Mas ele era um político como qualquer outro, com os seus ideais e princípios. Claro que pela suas características um tanto quanto curiosas, ele ganhou uma atenção especial por parte da mídia e do público. Quem vai esquecer o grito "meu nome é Enéééééás"? E dele falando rápido para expor suas idéias nos poucos segundos que seu partido (o da Reedificação da Ordem Nacional, Prona) tinha? Ele morre aos 68 anos, vítima de leucemia. Bom ou mau político, deixou uma marca importante: 1,7 milhões de votos em São Paulo quando se candidatou a deputado federal.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 22h32
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Grêmio bicampeão gaúcho

A soberba gremista na tarde/noite de hoje esteve fincada em duas razões: o pecado que Ivo Wortmann cometeu com seu time, com escalação e esquema pobres, e pelo ímpeto gremista, que arrasou com qualquer esperança alvi-verde. Com o 4 x 1 aplicado, o Grêmio só confirmou o que fez durante em quase todo o campeonato: sobrou. Foram poucas as partidas em que o tricolor não goleou. É o 35.º título que traz algo a mais: a esperança de uma vitória diante do poderoso São Paulo pela Libertadores. Jogão na quarta.

Tcheco: Ele é um bom jogador. Mas estava (ou ainda está) passando por uma fase difícil. Ontem voltou a jogar bem, até mais do que realmente costuma. Tomara que seja o sinal da retomada.



- Postado por: Ronan Dannenberg às 22h25
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