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Autor: |Ronan Dannenberg| Jornalista, músico, crítico, pensador e gremista. Planejo, estudo e enrolo. Roupa preta, sorvete, Rock'n'Roll, dinheiro, espelhos, futebol, mulheres, amigos(as), conversa com fundamento, conversa sem fundamento, sexo, Heavy Metal, compras, internet e frio. Nunca estou satisfeito com nada e procuro sempre o melhor. |
Notícia publicada no site Coletiva.net
RBS terá helicóptero exclusivo para Jornalismo
Começa a operar na próxima segunda-feira, 23, o RBSCop, um helicóptero projetado especialmente para o uso jornalístico da RBS TV. Além de auxiliar nas coberturas diárias, o helicóptero agilizará a busca de notícias e tornará a prestação de serviço ao público mais eficiente. Equipado com quatro câmeras que proporcionam a captura de imagens amplas e de alta qualidade, o RBSCop terá participação regular nos três telejornais diários da emissora – Bom Dia Rio Grande, Jornal do Almoço e RBS Notícias.
Em épocas bicudas, é sempre importante ter e lembrar de vocês nesses momentos!
Abraços e beijos!

A introdução em tom de editorial do Jornal da Globo de agora a pouco diz tudo:
"Em época de crise aérea, parecia que o pior estava por acontecer. E aconteceu."
Tudo bem que minha memória recente não anda lá essas coisas. Mas a outra parece intacta. E automaticamente funcional.
Estive mais uma vez na casa dos meus pais no final de semana passado, uma passada rápida entre a noite de sábado e a manhã de domingo. Entretanto, foi um período suficiente para se dar conta de antigos hábitos, que acabam acontecendo naturalmente.
É o caso do modo que eu me sentava na poltrona do meu pai. Todo torto, com uma das pernas sobre o braço esquerdo da poltrona. Para mim sempre foi o maneira mais confortável. Sentei nela novamente neste final de semana. E o modo que eu sentei foi automático. Depois que me dei conta do que eu estava fazendo.
Outro exemplo está na porta do banheiro. Quando eu morava lá, havia um problema na fechadura, que não chaveava. Para trancar a porta, eu puxava a gaveta da pia do banheiro mais próxima da porta, o que a trancaria. Hoje, a fechadura está funcionando perfeitamente. Mas, não adianta: automaticamente eu puxo a gaveta, mesmo com o chaveamento podendo ser acionado.
Memórias, simples memórias automáticas.
Uma narração que eu estava com saudades de ouvir e que foi executada três vezes no jogo Brasil 3 x 0 Honduras, pelo Pan:
- Éééééééééééééé... mais um gol brasileiro, meu povo! Encha o peito, solte o grito da garganta e confira comigo no replay! Foi foi foi foi foi foi ele... Lulinha! O craque da camisa número 10!
Silvio Luiz é o cara!

Falem do Dunga, falem!
Eu falo: o Brasil foi um exemplo de organização tática e dedicação. Acho que nem é tanto a verde-amarela que pesa nessas horas. É a alvi-azul adversária que motiva os jogasdores tupiniquins, sejam eles do time B ou não.
Foi bonito de ver.
Agora, espero que Dunga não esteja crendo que este esquema seja o melhor para conduzir a seleção ao hexa. Foi um esquema providencial, emergencial. E que deu certo. Ainda tem Kaká, Ronaldinho e outros...
De qualquer forma, parabéns ao Dunga. Falem dele... falem...